Padrões relacionais não nascem do acaso. Eles vêm do histórico familiar e cultural, das heranças e mandatos que ninguém nomeou. E eles se repetem — até serem vistos.
Repetir · Recordar · Elaborar — Freud
Você constrói. Você entrega. Você ocupa o seu lugar no mundo. E ainda assim, algo se repete — nas relações, no trabalho, nas escolhas. O mesmo roteiro. O mesmo impasse. O mesmo ponto de parada.
Tem que dar o melhor no trabalho, no corpo, nas relações, nas redes. Tem que superar, crescer, evoluir, produzir. A vida virou meta. O corpo virou currículo. A emoção virou conteúdo. E quando você para por um segundo e percebe que está exausto — a resposta do mundo é: “vai em frente, isso é crescimento.”
Nunca foi tão fácil conhecer alguém. E nunca foi tão difícil se sentir realmente conhecido. A conexão virou velocidade. A relação virou opção. Quando algo fica difícil, tem sempre outro perfil esperando. O aprofundamento dá medo porque exige permanecer — e permanecer parece ingenuidade.
Nunca houve tantos nomes para o que sentimos. Ansiedade, burnout, apego ansioso, trauma complexo. Nomear alivia — por um tempo. Mas a etiqueta não é a cura. O que não encontra espaço para ser vivido continua fazendo barulho no corpo, nas relações, nos padrões que se repetem.
Três segundos é o tempo que o algoritmo considera suficiente para assistir um vídeo. A atenção virou moeda escassa. O que não aparece rápido não existe. Só que o que realmente importa — entender a si mesmo, mudar um padrão, construir uma relação de verdade — não aparece em três segundos. Nunca apareceu.
E se o problema não for você — mas o roteiro que você aprendeu a seguir
antes de saber que havia outros?
Padrões relacionais não nascem do acaso. Eles vêm do histórico familiar e cultural, das heranças e mandatos que ninguém nomeou. E eles se repetem — até serem vistos.
Repetir · Recordar · Elaborar — Freud
QUERO ME INSCREVER
O Reencontro é um Grupo de Crescimento com Abordagem Psicossomática e Sistêmica — um espaço de seis meses onde homens e mulheres trabalham juntos para compreender os padrões que se repetem — nas relações, no trabalho, nas escolhas — e o que os sustenta.
O trabalho integra três eixos: o corpo (Biossíntese e Bioenergética), o sistema (Constelações Sistêmicas) e a energia (Healing). Conduzido por uma dupla — um homem e uma mulher — porque a cura da polaridade exige a presença real de ambas as forças.
Não é terapia de casal. Não é palestra. Não é curso de desenvolvimento pessoal. É um processo — com o que o corpo sente e revela, com a história, com a presença real de outras pessoas.
QUERO ME INSCREVERHabitando e sentindo o próprio corpo (Respiração e Grounding). Mapeando a herança familiar. Antes de encontrar o outro, é preciso chegar a si mesmo.
O outro como revelação. Projeções, imagens parentais e o que o corpo sente na presença de outro corpo.
Sombras e heranças. Violência, submissão, silêncio e o resgate da própria dignidade. Um momento de maior aprofundamento.
Conflito como caminho. Emoções reguladas — a exemplo da raiva —, limite, reparação e a confiança que nasce do confronto elaborado.
O casamento interno. Masculino e feminino como forças em cada pessoa, aprendendo a conversar. O caminho para o complementar, integrando as polaridades.
Celebração, encerramento e o que cada pessoa leva consigo. Um grupo que termina mais consciente demonstra que é possível deixar ir sem destruir — e que a travessia continua, agora com outros recursos.
Av. ACM, 3244. Edifício Empresarial Thomé de Souza, Sala 1324. Caminho das Árvores. CEP 41820-000 — Salvador/BA.
Homens e mulheres juntos — de todas as orientações sexuais. As vagas não são repostas. A composição é avaliada pela dupla antes do início.
Antes do primeiro encontro, cada participante tem uma conversa com a dupla. É o início real do trabalho — antes de qualquer encontro coletivo.
ANATOMIA DE CADA ENCONTRO
Seis meses de processo semanal exige comprometimento real de ambos os lados — da dupla e de quem entra. O valor é apresentado a partir de uma realidade sobre o investimento dos profissionais em suas respectivas jornadas de vida.
Contrato de 6 meses com . Quintas-feiras · 18h00–20h30 · Julho a Dezembro de 2026.
≈ R$ 558/mês. Desconto de 10% para quem confirma o comprometimento com o processo completo antes do início. Válido até 30/06/2026.
Não porque se tornou frio — mas porque entendeu a origem. Padrão visto não é padrão que desaparece, mas é padrão que perde o piloto automático.
As emoções têm dignidade — a raiva, por exemplo, quando encontra uma forma regulada de expressão, deixa de explodir ou de virar doença. O limite passa a ser um ato de cuidado.
O corpo guarda o que a mente esqueceu. Ao trabalhar com ele — e não contra ele — você ganha acesso a uma inteligência que nenhuma terapia puramente verbal alcança.
Heranças familiares não conscientizadas se repetem. As Constelações Sistêmicas criam a possibilidade de devolver o que pertence aos seus antepassados — e ficar só com o que é seu.
O grupo misto é um laboratório relacional. A presença do outro gênero, em campo seguro e mediado, revela padrões que nenhuma introspecção individual consegue acessar.
Seis meses de processo real criam um tipo de vínculo raro no mundo contemporâneo: pessoas que se conheceram de verdade, sem máscara, em campo sustentado.
Psicóloga graduada pela UFBA (CRP 03/02383), com base teórica na Psicologia Humanista e Transpessoal. Psicoterapeuta em Bioenergética e Biossíntese, atende clinicamente adultos há 30 anos e supervisiona profissionais da área.
Ao longo desse percurso, coordenou cursos e grupos por 12 anos e vem ampliando continuamente seus estudos e prática em Saúde Mental. Integra em sua prática o encontro entre o humano e o simbólico, entre o corpo e a alma, o individual e o coletivo.
Márcia cria o tipo de espaço que poucas pessoas encontram: aquele em que é possível parar de performar.
Durante sua caminhada, um luto inesperado ocorre. O tempo foi rasgado, criou-se um silêncio e um vácuo onde foram necessários anos de maturação interna — muitas e muitas vezes solitária — para voltar a lidar com um mundo exigente, supérfluo e esvaziado. Todo luto é uma perda, mas a perda de um amor, companheiro e amigo é violenta demais para uma mulher que escolheu o Afeto como sobrenome e que continua acreditando que é preciso seguir, sobretudo em frente — urgentemente.
Terapeuta Corporal e Sistêmico com mais de 20 anos de atuação. Administrador, Mestre em Administração. Consultor organizacional, facilitador de grupos, professor e palestrante nas áreas de liderança e desenvolvimento humano.
É nesse percurso — entre o corpo, os sistemas e as organizações — que desenvolve uma leitura singular de como o sujeito se constitui, se bloqueia e se repete.
Em determinado momento, uma tragédia familiar revela algo que não pode mais ser ignorado: a violência é o resultado de tudo que não encontrou outro caminho — heranças que ninguém escolheu mas todos carregaram. Esse reconhecimento inaugura um compromisso que se move para trás, em direção à ancestralidade, e para frente, em direção aos que vêm depois. E se irradia para os lados — porque o que não é elaborado atravessa tudo ao redor.
É disso que Túlio faz lugar de fala — não como quem chegou à outra margem, mas como quem conhece o rio por dentro e escolheu continuar atravessando.
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